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MARCOS DA HISTÓRIA DE PORTUGAL
DESTAQUE


Mosteiro de Santa Maria da Vitória. Batalha. Leiria.



Painéis de São Vicente de Fora.



Torre de Belém. Lisboa.



Estátua equestre de El-Rei D. João IV. Em frente ao Paço Ducal. Vila Viçosa



A Organização DOS rapazes, PARA os rapazes e PELOS rapazes foi extinta em 1966, quando a reforma do ministro Galvão Telles lhe retirou os rapazes (filiados), entregou os «centros» às escolas, e a transformou, assim, numa espécie de direcção-geral de actividades circum-escolares.

Voltou às origens com a reforma Veiga Simão, pelo Decreto-Lei n.º 486/71 de 8 de Novembro.

Mas os novos "associados" estavam tão preocupados com a sua modernização, que acabaram por a descaracterizar completamente.

Foi definitivamente extinta a 25 de Abril de 1974.


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Mocidade Portuguesa. Juventude Abrangida. Filiação Obrigatória.

Versão: 1.0 - Data: 08-12-2011

I PARTE - Notas Explicativas:

1 -

2 -

3 -

(continua)

II PARTE - Quadros e Gráficos Estatísticos: 















terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Mocidade Portuguesa. Música para Estudantes. Santarém - Abril - 1970.

Versão: 1.0 - Data: 06-12-2011


I PARTE - Notas Explicativas: 


1 - 


2 - 


3 - 


(continua) 


II PARTE - Reprodução do Folheto: 

 Nota - Clicar sobre cada imagem com a tecla esquerda do "mouse", para visualizar a imagem em tamanho «médio», ou clicar com a tecla direita e seleccionar no menú: «Abrir a ligação num novo separador», para a visualizar em «grande dimensão». 


Páginas 1 e 6

Páginas 2 e 5

Páginas 3 e 4


Mocidade Portuguesa. Música para Estudantes. Açores - Abril - 1969.

Versão: 1.0 - Data: 06-12-2011


I PARTE - Notas Explicativas: 


1 - 


2 - 


3 - 


(continua) 


II PARTE - Reprodução do Folheto: 

 Nota - Clicar sobre cada imagem com a tecla esquerda do "mouse", para visualizar a imagem em tamanho «médio», ou clicar com a tecla direita e seleccionar no menú: «Abrir a ligação num novo separador», para visualizar a imagem em «grande dimensão». 

Páginas 1 e 4

Páginas 2 e 3

Mocidade Portuguesa. Jornal «Missão». Números 6-7 - Junho-Julho 1963.

Versão: 1.0 - Data: 06-12-2011


I PARTE - Notas Explicativas: 


1 - 


2 - 


3 - 


(continua) 


II PARTE - Reprodução do Jornal: 

Nota - Clicar sobre cada imagem com a tecla direita do "mouse" e seleccionar no menú: «Abrir a ligação num novo separador», para visualizar a imagem em grande dimensão. 

Página 1

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Mocidade Portuguesa. Cursos de Cultura e Formação Juvenil. III Curso Nacional (1969) - Figueira da Foz..

Versão: 1.0 - Data: 05-12-2011

I PARTE - Notas Explicativas: 

1 - 

2 - 

3 - 

(continua) 

II PARTE - Reprodução da Brochura do Curso: 


Capa


Página 3
Página 5


Página 7


Páginas 8 e 9

Página 10


Página 11


Páginas 12 e 13

As páginas 14 a 24 incluem os nomes dos participantes, estabelecimento de ensino e residências particulares


Página 26



Mocidade Portuguesa. Formação Moral e Religiosa. Cursos de Cultura e Formação Juvenil.

Versão: 1.0 - Data: 05-12-2011

I PARTE - Notas Explicativas:

1 -

2 -

3 -

(continua)


II PARTE - Reprodução do Folheto dos Cursos:

Páginas 1 e 4


Páginas 2 e 3


domingo, 28 de agosto de 2011

Mocidade Portuguesa. Formação Ultramarina. Apresentação.

Versão: 1.0 – Data: 28-08-2011


1 – Sob as designações de «Formação Ultramarina», de «Formação Colonial» ou de «Formação Imperial», a Mocidade Portuguesa veio promovendo ao longo dos anos, quase desde a sua fundação, um conjunto de iniciativas, tais como, pequenas palestras incorporadas nos programas de instrução obrigatória, cursos, em regime de frequência facultativa, para estudantes do escalão de Cadetes, exposições, algumas delas itinerantes, uma ou outra viagem de intercâmbio, aos territórios de África, e a publicação da revista «Ultramar».

2 – Tratando-se pois de mais uma actividade regular da Mocidade, o blogue «Tronco-em-Flor» tem reflectido acerca da maneira de reproduzir aqui esse tema, mas de uma forma que tenha algum sentido na época actual, que não alimente especulações de natureza política ou ideológica, algo que por definição editorial, estabelecemos estar fora dos nossos objectivos, e que, ao mesmo tempo, não belisque os sentimentos das nações amigas de língua oficial portuguesa, com cuja história nos cruzámos.

3 – Decidimos pois, começar por uma abordagem algo resumida, sobre algumas «Obras de Fomento» que começámos ou deixámos feitas um pouco por todo o lado, e as principais figuras a elas associadas, designadamente nas «missões de estudo». Segundo julgamos não nos faltará matéria nem oportunidade para falar das escolas, hospitais, edifícios públicos, portos, aeroportos, caminhos-de-ferro, e as numerosas obras de hidráulica agrícola, hidroeléctricas, e muitos outros empreendimentos ainda.

4 – Talvez no fim, se é que haverá fim, apenas prevaleça dentro de nós um certo sentimento do muito que ficou por fazer. Não, olhemos à nossa volta. Ficámos aonde a história nos permitiu ficar.

5 – Como não se trata de copiar para aqui, um trabalho feito à medida, mas, antes, procurar recolher informação aqui e acolá, pois, felizmente, fontes não faltam, a progressão será forçosamente lenta, mas, sobre isso, já os nossos leitores estão acautelados. O mesmo vem sucedendo com todos os outros assuntos.


(continua)


Referências:


Outras referências: