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MARCOS DA HISTÓRIA DE PORTUGAL
DESTAQUE


Mosteiro de Santa Maria da Vitória. Batalha. Leiria.



Painéis de São Vicente de Fora.



Torre de Belém. Lisboa.



Estátua equestre de El-Rei D. João IV. Em frente ao Paço Ducal. Vila Viçosa



A Organização DOS rapazes, PARA os rapazes e PELOS rapazes foi extinta em 1966, quando a reforma do ministro Galvão Telles lhe retirou os rapazes (filiados), entregou os «centros» às escolas, e a transformou, assim, numa espécie de direcção-geral de actividades circum-escolares.

Voltou às origens com a reforma Veiga Simão, pelo Decreto-Lei n.º 486/71 de 8 de Novembro.

Mas os novos "associados" estavam tão preocupados com a sua modernização, que acabaram por a descaracterizar completamente.

Foi definitivamente extinta a 25 de Abril de 1974.


sábado, 7 de maio de 2011

Mocidade Portuguesa. Organização das Unidades Locais (Metrópole). Divisões Distritais e Alas (depois de 02-02-1959).

Versão: 1.0 – Data: 07-05-2011
Versão: 1.1 – Data: 15-05-2011


I – NOTAS EXPLICATIVAS:

1 – As grandes unidades locais da M.P. eram as «divisões», que inicialmente correspondiam às províncias, e a partir da data em título, aos distritos, e sendo constituídas por «alas» (regiões), que podiam compreender apenas algumas freguesias de um ou mais concelhos. As «alas», por sua vez integravam os «centros» que  enquadravam os rapazes (filiados).

2 – O dirigente máximo de uma Divisão era o «Delegado Distrital», com a graduação de «inspector», e o de uma Ala, o «Subdelegado Regional», com o posto de «subinspector».

3 – O subdelegado regional da Ala correspondente à sede da Divisão, era o próprio delegado distrital.

4 – Os delegados distritais e os subdelegados regionais podiam ter «adjuntos», sendo, no primeiro caso, um dirigente com a categoria de «subinspector» e, no segundo, um de «chefe-de-serviços», ou, simplesmente, a de «instrutor», mais tarde também designado por «assistente».

5 – Os delegados distritais eram igualmente coadjuvados por dirigentes «chefes-de-serviços», para superintenderem aos serviços da Divisão. Por exemplo: «serviços de actividades gerais», «serviços de educação física e desportos», «serviços culturais», «serviços de assistência religiosa», e ainda outros que pudessem porventura existir.

6 – Nas Alas com grandes efectivos e muitos centros, como, por exemplo, a de Lisboa, existiam também «chefes de Zona» para coordenar a «zona dos centros escolares primários», a «zona das [escolas] técnicas» e a «zona dos liceus», podendo esta incluir ou não os colégios particulares, que, como todos sabem, também leccionavam o ensino liceal.

7 – De entre os filiados com maior graduação e antiguidade, que prestavam serviço nos «centros de actividades gerais», eram designados, geralmente em regime de acumulação de funções, os comandantes de «Divisão», «Ala» e «Zona».

8 – Os órgãos administrativos das divisões e das alas, eram, respectivamente, a «Delegação Distrital» e a «Subdelegação Regional», as quais, podiam dispor de pequenas secretarias, armazém de material e fardamento, sala de convívio e outros espaços para diferentes actividades ou funções. E as suas sedes eram conhecidas por «Casa da Mocidade».

9 – Quando foi prevista a existência de «Alas», na legislação orgânica da M.P., a intenção era que estas entidades viessem a ser as grandes dinamizadoras da actividade dos «centros escolares» e dos «centros escolares primários», bem como, do aparecimento de novos «centros extra-escolares» nas várias freguesias, para filiados trabalhadores, que já tivessem concluído a instrução primária. E isso realmente assim aconteceu durante os primeiros 10 a 15 anos de vida de Organização.

10 – Depois, quer por dificuldades quanto à formação de quadros, quer porque cada vez mais jovens foram continuando os seus estudos secundários, quer ainda por razões estranhas à Organização, os «centros extra-escolares» foram a pouco e pouco desaparecendo, e os «centros escolares primários», abrandaram ou até chegaram mesmo a suspender as actividades.

11 – A listagem dos «centros de instrução geral», depois designados por «centros de formação geral», tanto «escolares» como «extra-escolares», será feita por divisões. Enquanto, que as dos «centros de instrução especial», depois designados apenas por «centros especiais», e compreendendo, as várias modalidades desportivas, culturais ou outras, bem como, as dos «centros de instrução de milícia», ou, simplesmente, «centros de milícia», corresponderão, cada uma delas, a todo o Continente e Ilhas Adjacentes.

12 – Em novas versões da presente colocação, serão acrescentadas as datas de extinção de algumas alas ou da sua integração noutras, bem como, fotografias e gravuras que se considerem significativas dos locais mencionados, ou susceptíveis de melhorar o aspecto estético este espaço.

13 – As colocações constituídas por ‘listagens’, ‘índices de publicações’ ou ‘índices de eventos’, são essencialmente ‘documentos de base’, destinados a proporcionar uma melhor consulta ou compreensão de outros, mais explicativos.



II - LISTAGEM:
Divisão Distrital de Aveiro, ou Divisão de Aveiro:
(Antiga Divisão Provincial da Beira Litoral)
Ala n.º 1 – Região de Aveiro, mais conhecida por Ala de Aveiro.
Ala n.º 2 – Região de Águeda, mais conhecida por Ala de Águeda. Antiga Ala n.º 34.
Ala n.º 3 – Região de Anadia, mais conhecida por Ala de Anadia. Antiga Ala n.º 29.
Ala n.º 4 – Região de Estarreja, mais conhecida por Ala de Estarreja. Antiga Ala n.º 24.
Ala n.º 5 – Região de Albergaria-a-Velha, mais conhecida por Ala de Albergaria-a-Velha.
Ala n.º 6 – Região da Feira, mais conhecida por Ala da Feira. Antiga Ala n.º 15.
Ala n.º 7 – Região de Espinho, mais conhecida por Ala de Espinho.
Ala n.º 8 – Região da Mealhada, mais conhecida por Ala da Mealhada. Antiga Ala n.º 30.
Ala n.º 9 – Região de Arouca, mais conhecida por Ala de Arouca.
(Pertenceu à Divisão Provincial do Douro Litoral)
Ala n.º 10 – Região de Oliveira de Azeméis, também conhecida por Ala de Oliveira de Azeméis. Antiga Ala n.º 35.
Ala n.º 11 – Região de Oliveira do Bairro, também conhecida por Ala de Oliveira do Bairro. Antiga Ala n.º 31.
Ala n.º 12 – Região de São João da Madeira, também conhecida por Ala de São João da Madeira. Antiga Ala n.º 32.
Ala n.º 13 – Região de Vale de Cambra, também conhecida por Ala de Vale de Cambra. Antiga Ala n.º 33.
Ala n.º 14 – Região de Castelo de Paiva, também conhecida por Ala de Castelo de Paiva.
(Pertenceu à Divisão do Douro Litoral)

Divisão Distrital de Beja, ou Divisão de Beja:
(Antiga Divisão Provincial do Baixo Alentejo)
Ala n.º 1 – Região de Beja, mais conhecida por Ala de Beja.
Ala n.º 2 – Região de Aljustrel, mais conhecida por Ala de Aljustrel. Antiga Ala n.º 16.
Ala n.º 3 – Região de Almodôvar, mais conhecida por Ala de Almodôvar.
Ala n.º 4 – Região de Serpa, mais conhecida por Ala de Serpa.
Ala n.º 5 – Região de Ferreira do Alentejo, mais conhecida por Ala de Ferreira do Alentejo. Antiga Ala n.º 15.
Ala n.º 6 – Região de Moura, mais conhecida por Ala de Moura.
Ala n.º 7 – Região de Ourique, mais conhecida por Ala de Ourique. Antiga Ala n.º 17.
Ala n.º 8 – Região de Barrancos, mais conhecida por Ala de Barrancos.
Ala n.º 9 – Região de Odemira, mais conhecida por Ala de Odemira.
Ala n.º 10 – Região da Vidigueira, mais conhecida por Ala da Vidigueira.
Ala n.º 11 – Região de Cuba, mais conhecida por Ala de Cuba.
Ala n.º 12 – Região de Mértola, mais conhecida por Ala de Mértola.
Ala n.º 13 – Região de Alvito, mais conhecida por Ala de Alvito.
Ala n.º 14 – Região de Castro Verde, Mais conhecida por Ala de Castro Verde.

Divisão Distrital de Braga, ou Divisão de Braga:
(Antiga Divisão Provincial do Minho)
Ala n.º 1 – Região de Barcelos, mais conhecida por Ala de Barcelos.
Ala n.º 2 – Região de Braga, mais conhecida por Ala de Braga.
Ala n.º 3 – Região de Guimarães, mais conhecida por Ala de Guimarães.
Ala n.º 4 – Região de Cabeceiras de Basto, mais conhecida por Ala de Cabeceiras de Basto. Antiga Ala n.º 10.
Ala n.º 5 – Região de Vila Nova de Famalicão, mais conhecida por Ala de Vila Nova de Famalicão.
Ala n.º 6 – Região de Fafe, mais conhecida por Ala de Fafe.
Ala n.º 7 – Região de Esposende, mais conhecida por Ala de Esposende. Antiga Ala n.º 12.

Divisão Distrital de Bragança, ou Divisão de Bragança:
(Antiga Divisão Provincial de Trás-os-Montes e Alto Douro)
Ala n.º 1 – Região de Bragança, mais conhecida por Ala de Bragança.
Ala n.º 2 – Região de Miranda do Douro, mais conhecida por Ala de Miranda do Douro. Antiga Ala n.º 4.
Ala n.º 3 – Região de Torre de Moncorvo, mais conhecida por Ala de Moncorvo. Antiga Ala n.º 6.

Divisão Distrital de Castelo Branco, ou Divisão de Castelo Branco:
(Antiga Divisão Provincial da Beira Baixa)
Ala n.º 1 – Região de Castelo Branco, mais conhecida por Ala de Castelo Branco.
Ala n.º 2 – Região da Covilhã, mais conhecida por Ala da Covilhã.
Ala n.º 3 – Região do Fundão, mais conhecida por Ala do Fundão.
Ala n.º 4 – Região de Belmonte, mais conhecida por Ala de Belmonte.
Ala n.º 5 – Região de Vila Velha de Ródão, mais conhecida por Ala de Vila Velha de Ródão. Antiga Ala n.º 11.
Ala n.º 6 – Região de Oleiros, mais conhecida por Ala de Oleiros.
Ala n.º 7 – Região de Penamacor, mais conhecida por Ala de Penamacor.
Ala n.º 8 – Região de Proença-a-Nova, mais conhecida por Ala de Proença-a-Nova.
Ala n.º 9 – Região da Sertã, mais conhecida por Ala da Sertã.
Ala n.º 10 – Região de Vila de Rei, mais conhecida por Ala de Vila de Rei.

Divisão Distrital de Coimbra, ou Divisão de Coimbra:
(Antiga Divisão Provincial da Beira Litoral)
Ala n.º 1 – Região de Cantanhede, mais conhecida por Ala de Cantanhede. Antiga Ala n.º 23.
Ala n.º 2 – Região de Coimbra, também conhecida por Ala de Coimbra.
Ala n.º 3 – Região da Figueira da Foz, mais conhecida por Ala da Figueira da Foz.
Ala n.º 4 – Região de Condeixa-a-Nova, mais conhecida por Ala de Condeixa-a-Nova. Antiga Ala n.º 10.
Ala n.º 5 – Região da Lousã, mais conhecida por Ala da Lousã. Antiga Ala n.º 25.
Ala n.º 6 – Região de Oliveira do Hospital, mais conhecida por Ala de Oliveira do Hospital.
Ala n.º 7 – Região de Penacova, mais conhecida por Ala de Penacova. Antiga Ala n.º 16.
Ala n.º 8 – Região de Arganil, mais conhecida por Ala de Arganil.
Ala n.º 9 – Região de Soure, mais conhecida por Ala de Soure. Antiga Ala n.º 20.

Divisão Distrital de Évora, ou Divisão de Évora:
(Antiga Divisão Provincial do Alto Alentejo)
Ala n.º 1 – Região de Arraiolos, mais conhecida por Ala de Arraiolos. Antiga Ala n.º 10.
Ala n.º 2 – Região de Estremoz, mais conhecida por Ala de Estremoz.
Ala n.º 3 – Região de Évora, mais conhecida pela Ala de Évora.
Ala n.º 4 – Região de Vila Viçosa, mais conhecida por Ala de Vila Viçosa. Antiga Ala n.º 7.
Ala n.º 5 – Região de Vendas Novas, mais conhecida por Ala de Vendas Novas.
Ala n.º 6 – Região de Reguengos de Monsaraz, mais conhecida por Ala de Monsaraz.

Divisão Distrital de Faro, ou Divisão de Faro:
(Antiga Divisão Provincial do Algarve)
Ala n.º 1 – Região de Faro, mais conhecida por Ala de Faro.
Ala n.º 2 – Região de Lagos, mais conhecida por Ala de Lagos.
Ala n.º 3 – Região de Portimão, mais conhecida por Ala de Portimão.
Ala n.º 4 – Região de Silves, mais conhecida por Ala de Silves.
Ala n.º 5 – Região de Tavira, mais conhecida por Ala de Tavira.
Ala n.º 6 – Região de Vila Real de Santo António, mais conhecida por Ala de Vila Real de Santo António.
Ala n.º 7 – Região de Olhão, mais conhecida por Ala de Olhão.
Ala n.º 8 – Região de Loulé, mais conhecida por Ala de Loulé.
Ala n.º 9 – Região de Monchique, mais conhecida por Ala de Monchique.
Ala n.º 10 – Região de Albufeira, mais conhecida por Ala de Albufeira.
Ala n.º 11 – Região de Aljezur, mais conhecida por Ala de Aljezur. Antiga Ala n.º 12.

Divisão Distrital do Funchal, ou Divisão do Funchal:
Ala n.º 1 – Região do Funchal, mais conhecida por Ala do Funchal.
Ala n.º 2 – Região da Calheta, mais conhecida por Ala da Calheta.
Ala n.º 3 – Região de Câmara de Lobos, mais conhecida por Ala de Câmara de Lobos.
Ala n.º 4 – Região de Santa Cruz, mais conhecida por Ala de Santa Cruz.
Ala n.º 5 – Região de Porto Santos, mais conhecida por Ala de Porto Santo.
Ala n.º 6 – Região de São Vicente, mais conhecida por Ala de São Vicente.
Ala n.º 7 – Região da Ribeira Brava, mais conhecida por Ala da Ribeira Brava.
Ala n.º 8 – Região da Ponta do Sol, mais conhecida por Ala da Ponta do Sol.
Ala n.º 9 – Região de Machico, mais conhecida por Ala de Machico.
Ala n.º 10 – Região de Santana, mais conhecida por Ala de Santana.

Divisão Distrital da Guarda, ou Divisão da Guarda:
(Antiga Divisão Provincial da Beira Alta)
Ala n.º 1 – Região da Guarda, mais conhecida por Ala da Guarda.
Ala n.º 2 – Região de Pinhel, mais conhecida por Ala de Pinhel.
Ala n.º 3 – Região de Fornos de Algodres, mais conhecida por Ala de Fornos de Algodres. Antiga Ala n.º 10.
Ala n.º 4 – Região de Seia, mais conhecida pela Ala de Seia. Antiga Ala n.º 9.
Ala n.º 5 – Região de Gouveia, mais conhecida por Ala de Gouveia.

Divisão Distrital da Horta, ou Divisão da Horta:
Ala n.º 1 – Região da Horta, mais conhecida por Ala da Horta.

Divisão Distrital de Leiria, ou Divisão de Leiria:
Ala n.º 1 – Região de Caldas da Rainha, mais conhecida por Ala de Caldas da Rainha.
(Pertenceu à Divisão Provincial da Estremadura)
Ala n.º 2 – Região de Alcobaça, mais conhecida por Ala de Alcobaça. Antiga Ala n.º 15.
(Pertenceu à Divisão Provincial de Estremadura)
Ala n.º 3 – Região da Batalha, mais conhecida por Ala da Batalha. Antiga Ala n.º 22.
(Pertenceu à Divisão Provincial da Beira Litoral)
Ala n.º 4 – Região de Leiria, mais conhecida por Ala de Leiria.
(Pertenceu à Divisão Provincial da Beira Litoral)
Ala n.º 5 – Região do Bombarral, mais conhecida por Ala do Bombarral. Antiga Ala n.º 4.
(Pertenceu à Divisão Provincial da Estremadura)
Ala n.º 6 – Região de Alvaiázere, mais conhecida por Ala de Alvaiázere.
(Pertenceu à Divisão Provincial da Beira Litoral)
Ala n.º 7 – Região de Ancião, mais conhecida por Ala de Ancião.
(Pertenceu à Divisão Provincial da Beira Litoral)
Ala n.º 8 – Região de Figueiró dos Vinhos, mais conhecida por Ala de Figueiró dos Vinhos. Antiga Ala n.º 28.
(Pertenceu à Divisão Provincial da Beira Litoral)
Ala n.º 9 – Região da Marinha Grande, mais conhecida por Ala da Marinha Grande. Antiga Ala n.º 14.
(Pertenceu à Divisão Provincial da Estremadura)
Ala n.º 10 – Região de Peniche, mais conhecida por Ala de Peniche. Antiga Ala n.º 18.
(Pertenceu à Divisão Provincial da Estremadura)
Ala n.º 11 – Região de Pombal, mais conhecida por Ala de Pombal. Antiga Ala n.º 26.
(Pertenceu à Divisão Provincial da Beira Litoral)

Divisão Distrital de Lisboa, ou Divisão de Lisboa:
(Antiga Divisão Provincial da Estremadura)
Ala n.º 1 – Região de Cascais, mais conhecida por Ala de Cascais. Antiga Ala n.º 9.
Ala n.º 2 – Região de Lisboa, mais conhecida por Ala de Lisboa.
Ala n.º 3 – Região de Loures, mais conhecida por Ala de Loures. Antiga Ala n.º 19.  
Ala n.º 4 – Região de Vila Franca de Xira, mais conhecida por Ala de Vila Franca de Xira. Antiga Ala n.º 5.
(Pertenceu à Divisão Provincial do Ribatejo)
Ala n.º 5 – Região de Torres Vedras, mais conhecida por Ala de Torres Vedras.
Ala n.º 6 – Região de Sintra, mais conhecida por Ala de Sintra
Ala n.º 7 – Região de Oeiras, mais conhecida por Ala de Oeiras. Antiga Ala n.º 27.
Ala n.º 8 – Região de Mafra, mais conhecida por Ala de Mafra.
Ala n.º 9 – Região de Almada, mais conhecida por Ala de Almada. Antiga Ala n.º 12.
(Mais tarde foi incorporada na Divisão Distrital de Setúbal ou Divisão de Setúbal)

Divisão Distrital de Ponta Delgada ou Divisão de Ponta Delgada:
Ala n.º 1 – Região de Lagoa, mais conhecida por Ala de Lagoa.
Ala n.º 2 – Região do Nordeste, mais conhecida por Ala do Nordeste.
Ala n.º 3 – Região de Ponta Delgada, mais conhecida por Ala de Ponta Delgada.
Ala n.º 4 – Região de Povoação, mais conhecida por Ala de Povoação.
Ala n.º 5 – Região da Ribeira Grande, mais conhecida por Ala da Ribeira Grande.
Ala n.º 6 – Região de Vila Franca do Campo, mais conhecida por Ala de Vila Franca do Campo.
Ala n.º 7 – Região de Vila do Porto, mais conhecida por Ala de Vila do Porto.

Divisão Distrital de Portalegre, ou Divisão de Portalegre:
(Antiga Divisão Provincial do Alto Alentejo)
Ala n.º 1 – Região de Elvas, ou Ala de Elvas. 
Ala n.º 2 – Região de Portalegre, ou Ala de Portalegre. Antiga Ala n.º 4.
Ala n.º 3 – Região de Nisa, ou Ala de Nisa. Antiga Ala n.º 15.

Divisão Distrital do Porto, ou Divisão do Porto:
(Antiga Divisão Provincial do Douro Litoral)
Ala n.º 1 – Região de Penafiel, mais conhecida por Ala de Penafiel.
Ala n.º 2 – Região do Porto, mais conhecida por Ala do Porto.
Ala n.º 3 – Região de Matosinhos, mais conhecida por Ala de Matosinhos.
Ala n.º 4 – Região da Póvoa de Varzim, mais conhecida por Ala da Póvoa de Varzim.
Ala n.º 5 – Região de Vila Nova de Gaia, mais conhecida por Ala de Vila Nova de Gaia.
Ala n.º 6 – Região de Santo Tirso, mais conhecida por Ala de Santo Tirso.
Ala n.º 7 – Região de Gondomar, mais conhecida por Ala de Gondomar. Antiga Ala n.º 12.
Ala n.º 8 – Região de Amarante, mais conhecida por Ala de Amarante.
Ala n.º 9 – Região da Maia, mais conhecida por Ala da Maia. Antiga Ala n.º 16.
Ala n.º 10 – Região de Marco de Canavezes, mais conhecida por Ala de Marco de Canavezes. Antiga Ala n.º 13.
Ala n.º 11 – Região de Vila do Conde, mais conhecida por Ala de Vila do Conde.            

Divisão Distrital de Santarém, ou Divisão de Santarém:
(Antiga Divisão Provincial do Ribatejo)
Ala n.º 1 – Região de Abrantes, mais conhecida por Ala de Abrantes.
Ala n.º 2 – Região de Santarém, mais conhecida por Ala de Santarém.
Ala n.º 3 – Região de Tomar, mais conhecida por Ala de Tomar.
Ala n.º 4 – Região de Vila Nova de Ourém, mais conhecida por Ala de Vila Nova de Ourém. Antiga Ala n.º 27.
(Pertenceu à Divisão Provincial da Beira Litoral)    

Divisão  Distrital de Setúbal, ou Divisão de Setúbal:
Ala n.º 1 – Região de Grândola, mais conhecida por Ala de Grândola.
(Pertenceu à Divisão Provincial do Baixo Alentejo)
Ala n.º 2 – Região de Alcácer do Sal, mais conhecida por Ala de Alcácer do Sal.
(Idem)
Ala n.º 3 – Região de Setúbal, mais conhecida por Ala de Setúbal.
(Pertenceu à Divisão Provincial da Estremadura)
Ala n.º 4 – Região do Montijo, mais conhecida por Ala do Montijo. Antiga Ala n.º 25.
(Idem)
Ala n.º 5 – Região de Santiago do Cacém, mais conhecida por Ala de Santiago do Cacém.
(Pertenceu à Divisão Provincial do Baixo Alentejo)
Ala n.º 6 – Região do Seixal, mais conhecida por Ala do Seixal. Antiga Ala n.º 11.
(Pertenceu à Divisão Provincial da Estremadura)
Ala n.º 7 – Região do Barreiro, mais conhecida por Ala do Barreiro.
(Idem)
Ala n.º 8 – Região de Sesimbra, mais conhecida por Ala de Sesimbra. Antiga Ala n.º 13.        
(Idem)
Ala n.º 9 – Região de Sines, mais conhecida por Ala de Sines. Antiga Ala n.º 18.
(Pertenceu à Divisão Provincial do Baixo Alentejo)


(continua)

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Mocidade Portuguesa. Regulamentos e Instruções. Regulamento do Corpo Nacional de Graduados (1961).

Versão: 1.0 – Data: 02-05-2011
Versão: 1.1 – Data: 17-07-2011


I PARTE Notas explicativas:

1 – Desde a realização dos primeiros cursos de graduados, em 1937, e anos seguintes, que se criou uma certa mística em torno das Escolas de Graduados, dos Cursos, inicialmente, de Comandantes de Castelo, de Comandantes de Bandeira, de Comandantes de Falange, e depois, só para os dois primeiros, e das sucessivas gerações de Graduados que foram sendo formadas.

2 – E não foi por acaso que aparece em 1945, e com o apoio do Comissariado Nacional, a Liga dos Antigos Graduados da M.P. (LAG), para, entre outros objectivos, proporcionar a manutenção e estreitamento dos fortes laços de amizade, desde a frequência das Escolas de Graduados.

3 – A pouco e pouco, os graduados em serviço, vão ganhando reconhecimento e um estatuto de maior responsabilidade, até que nos finais de 1949, é retomada a publicação do anterior «Jornal da M.P.», mas já sob a designação de «GUIÃO – Jornal dos Graduados», e que se manteve por cerca de dois anos (23 números). O «Tronco-em-Flor» já iniciou a sua republicação em formato digital.

4 – Mas é em 1955, com a nomeação de uma nova equipa ministerial para a Educação, constituída pelo Prof. Engenheiro Leite Pinto, ministro, e pelo Dr. Baltazar Rebelo de Sousa, subsecretário de Estado, ambos antigos dirigentes da Organização, que se ensaia o relançamento do projecto M.P., que já vinha dando mostras de algum declínio. E não sendo igualmente estranha a esta tentativa de impulso, a crise da «Índia», e algumas nuvens negras no horizonte, face ao resto do Império.

5 – Logo após o anúncio do II Congresso Nacional (1956), feita pelo subsecretário de Estado, que exercia em acumulação o cargo de Comissário Nacional, aparece a I Conferência Nacional dos Graduados (Liceu Camões, Lisboa/Julho-Agosto/1956), da qual saiu a proposta de criação de umas formações autónomas e voluntárias de Vanguardistas e Cadetes.

6 – Ainda chegou a ser criada uma «Bandeira de Voluntários» para a Divisão de Lisboa, em ordem de serviço da Organização, e anunciada idêntica intenção para Coimbra, mas não são conhecidos resultados práticos, concretos e duradoiros. Mas disso falaremos melhor noutra colocação.

7 – À Conferência, seguiu-se o 1.º Encontro Nacional de Graduados (Vale do Jamor, Lisboa/1 a 4 de Agosto/1957), o 2.º Encontro (Cava do Viriato/Viseu/Agosto/1958), o 3.º Encontro (Porto/30 de Julho a 4 de Agosto/1959), e o 4.º Encontro (Leiria/1961).

8 – Destes eventos, saíram redobradas afirmações de vitalidade, e algumas ideias para superar as dificuldades que se continuavam a sentir, com a falta de «retenção nas fileiras» de Vanguardistas e Cadetes, o que limitava fortemente a capacidade de formar um efectivo de graduados, porventura mais aproximado, do necessário ao completo enquadramento dos vários escalões e, de algum modo, contornar também a questão do cada vez mais escasso «corpo de dirigentes».

9 – Ainda como resultado, deste amplo movimento, aparece, a partir de 05-04-1958, o «Talha-Mar», o novo jornal do Corpo Nacional de Graduados, dirigido pelo Comandante de Falange Fernando Lima.

10 – Mas claro, sob o ponto de vista organizativo, as coisas sempre demoram algum tempo a ganhar forma, e é já com uma nova equipa ministerial e com o Comissário Nacional, Brigadeiro Raul Pereira de Castro (mais tarde General), um dirigente da primeira hora, e muito prestigiado entre os graduados, que, finalmente, é publicado o Regulamento do Corpo Nacional de Graduados.          

11 – Foi importante, pelo reconhecimento dos anseios dos graduados, pelas novas competência que eram atribuídas aos comandos intermédios (Divisões e Alas), e pela esperança que muitos depositavam neste novo modelo, designadamente o Comissário Nacional, e o Director dos Serviços de Formação de Graduados. Mas infelizmente foi um «Sol de curta duração».

12 – Nunca deu para perceber muito bem. Ou melhor, até deu.

13 – Depois de se ter vivido uma certa euforia inicial, de se incrementar a publicação de alguns novos jornais dos corpos distritais e regionais de graduados, como foi o caso do «Missão», em Lisboa, de se realizarem muitas reuniões de dinamização, um pouco por todo o país, e de se procurar melhorar as provas anuais de aptidão do graduado. O processo acabou por estagnar.

14 – Ora bem, a aplicação prática das disposições contidas no Regulamento, não era assim tão fácil como inicialmente se supunha. E não tendo os tais graduados dos comandos intermédios, uma estrutura de apoio do tipo, por exemplo, das «formações de comando» que se haviam tentado experimentar no princípio dos anos quarenta, acabavam, devido ao seu pouco tempo disponível (eram todos estudantes), por bloquear o bom andamento dos assuntos em que se viram envolvidos. E isso era difícil de aceitar.

15 – Por outro lado, não tendo a «burocracia» recebido ordens específicas, quase tudo continuava como dantes. E a isto, também não seriam estranhos, alguns hábitos arreigados, e uma certa vaidade «do quero, posso e mando», que se sentia ameaçada.

16 – Bem. O mal-estar começou a instalar-se e, em dado momento, alguns acreditaram que o problema já não estava no incumprimento do Regulamento, mas sim na necessidade de um jornal de grande tiragem – como a Mocidade já havia tido nas duas décadas anteriores –, virado para a juventude, e fazendo eco dos seus anseios, e ainda, que – os graduados –, precisavam era de mais capacidade de intervenção. Já não lhes chegava as Divisões e as Alas, queriam chegar «mais acima».

17 – O assunto acabou por descambar numa «tomada de posição», sob a forma de um «baixo assinado reivindicativo», com cerca de 400 assinaturas, e que se tornou num «problema» que o novo Comissário, o Dr. Leopoldino de Almeida, antigo Delegado Provincial da Estremadura, não conseguiu resolver.

18 – O resultado foi a saída da «nata» dos graduados da Organização, especialmente em Lisboa. Aonde só acabaram por ficar os mais novos, que tinham assinado o documento mais por solidariedade com os camaradas antigos, do que por compreenderem toda aquela complexa questão.

19 – Mas isto deixou marcas. E a Mocidade nunca mais recuperou completamente da perda de tão importante corpo de graduados, não tanto pela quantidade, mas pelos elevados graus hierárquicos.

20 – Apesar de tudo, o «Talha-Mar» manteve uma publicação regular até 1972, e a nomeação dos graduados comandantes de Divisão, e de Ala, em todo o país, e os de Zona, em Lisboa e no Porto, continuou a ser feita com os novos graduados comandantes de bandeira e de falange.


II PARTE – Transcrição do Regulamento:

Ano de actividades: 1960/1961.
Ordem de Serviço n.º 20, do Comissariado Nacional.
Data: 16 de Junho de 1961

O nosso Comissário Nacional determina e manda publicar:
Capítulo I – Regulamentos e Instruções.
Artigo 1.º. Que seja aprovado o Regulamento do Corpo Nacional de Graduados, que a seguir se publica:


Capítulo I
Do conceito de Corpo Nacional de Graduados

Artigo 1.º – O Corpo Nacional de Graduados é constituído por todos os graduados em actividade.
§ único – Por graduados em actividade entender-se-á só os que, de facto, estejam a trabalhar em qualquer sector da Organização.

Artigo 2.º – O C.N.G. é a expressão do Movimento de Graduados que tem por objectivo criar e manter o espírito de unidade entre os graduados, planificando e realizando actividades que possam valorizar o Graduado como Chefe.


Capítulo II
Da Orgânica do Corpo Nacional de Graduados

Artigo 3.º – O C.N.G. terá os órgãos seguintes, mencionados por ordem hieráquica decrescente:
– Comandante do C.N.G.
– Conselho de comandantes-de-falange
– Comando do C.N.G
– Comandantes das Divisões
– Comandantes das Alas
– Subcomandantes (existentes apenas nas sedes das Subdelegações Regionais do Ultramar)

Capítulo III

Do Conselho de Comandantes-de-Falange

Artigo 4.º – O Conselho de Comandantes-de-Falange é constituído por todos os comandantes-de-falanfe, em actividade, aonde quer que se encontrem.


Capítulo IV
Da Competência do Conselho de Comandantes-de-Falange

Artigo 5.º – Ao Conselho de Comandantes-de-Falange compete, especialmente, ouvidos os respectivos comandantes de Divisão:
1 – Emitir parecer sobre assuntos relativos a filiados que o Comissário Nacional entenda dever submeter-lhe, nomeadamente sobre a concessão de louvores e medalhas ou outras recompensas, e a aplicação de castigos.
2 – Dar parecer sobre a indicação de filiados para a promoção a comandantes-de-falange.
3 – Dar parecer ao Comissariado Nacional, sobre os filiados que devem tomar parte em actividades de âmbito nacional.
§ único – Os comandantes-de-falange em serviço na sede das Divisões Ultramarinas têm, nos assuntos relativos às respectivas Divisões, a competência atribuída ao Conselho de Comandantes-de-Falange.


Capítulo V
Do Comando do Corpo Nacional de Graduados

Artigo 6.º – O Comando do C.N.G. é constituído por todos os comandantes-de-falange que exerçam a sua actividade em Lisboa.
§ único – Poderão ser agregados ao Comando do C.N.G. comandantes-de-bandeira sempre que aquele Comando o entenda necessário para a prossecução dos seus objectivos.

Artigo 7.º – Será Comandante do C.N.G. o comandante-de-falange mais antigo nesse posto, que exerça a sua actividade em Lisboa e que declare ao Comando poder exercer com eficiência as suas funções.

Artigo 8.º – Será Ajudante do Comissário Nacional um dos graduados do Comando do C.N.G., por nomeação expressa do Comissário Nacional.


Capítulo VI
Da competência do Comando do Corpo Nacional de Graduados

Artigo 9.º – Ao Comando do Corpo Nacional de Graduados compete, especialmente:
1 – Dar parecer sobre a designação dos Comandantes de Divisão, base da estrutura do C.N.G..
2 – Organizar, orientar e estimular a realização de actividades que contribuam para uma maior eficiência da acção que aos graduados compete exercer.

Artigo 10.º – O Comando do C.N.G. funciona na directa dependência do Comissário Nacional da M.P..


Capítulo VII
Do Comandante de Divisão e da sua competência

Artigo 11.º – Será Comandante de Divisão o graduado mais antigo entre os de mais alto posto que exerçam a sua actividade na sede da Divisão e que declare poder exercer com eficiência as suas funções.
Ao Comandante de Divisão compete especialmente:
1 – Dar parecer sobre a designação dos comandantes e subcomandantes de Ala.
2 – Promover a realização de actividades que prossigam os objectivos do C.N.G., quer por iniciativa própria, quer por directivas recebidas do Comando do C.N.G..
3 – Informar as propostas de promoção a Comandante de Grupo e de admissão aos Cursos de Comandante de Bandeira, dada a responsabilidade das funções que a estes cabem.
4 – Organizar e manter actualizado, quanto a informações necessárias às actividades do C.N.G., um ficheiro dos graduados da Divisão.
5 – Dar parecer – ouvidos os Comandantes ou Subcomandantes de Ala – sobre assuntos que, acerca de filiados, forem presentes à Delegação Distrital ou Comissariado Provincial, respectivamente no Continente e Ilhas, e no Ultramar, nomeadamente na concessão de louvores, medalhas ou outras recompensas e na aplicação de castigos.

Artigo 12.º – O Comandante da Divisão fica na directa dependência do Delegado Distrital ou do Comissário Provincial, respectivamente no Continente e Ilhas, e no Ultramar.
§ único - O Comandante da Divisão será, em regra, o Graduado Ajudante do Delegado Distrital ou do Comissário Provincial.


Capítulo VIII
Do Comandante ou Subcomandante da Ala e da sua competência

Artigo 13.º – Será Comandante ou Subcomandante de Ala o graduado mais antigo entre os de mais alto posto que exerçam a sua actividade na sede da Ala ou Subdelegação Ultramarina e que declare poder exercer com eficiência as suas funções.

Artigo 14.º – Aos Comandantes e Subcomandantes de Ala compete, especificamente:
1 – Promover a realização de actividades que prossigam os objectivos do C.N.G., quer por iniciativa própria, quer por directivas recebidas dos Comandos do C.N.G., hierárquicamente superiores, atendendo sempre que será a partir da Ala e da Subdelegação Reginal que se há-de consolidar o C.N.G..
2 – Dar parecer – ouvidos os Comandantes de Centro – sobre assuntos que, acerca de filiados, forem presentes respectivamente à Delegação ou Subdelegação Regional, nomeadamente na concessão de louvores e outras recompensas e na aplicação de castigos.
§ único – Considerando a grande extensão territorial da maioria das Alas do Ultramar compete ao Comandante da Ala ou Subcomandante informar as propostas de promoção a Comandante de Grupo e de admissão aos Cursos de Comandantes de Bandeira, dada a responsabilidade das funções a que estes cabem.

Artigo 15.º – O Comandante da Ala fica na directa dependência do Subdelegado Regional ou do Delegado Regional, respectivamente no Continente e Ilhas, e no Ultramar.
§ único – O Subcomandante da Ala fica na directa dependência do Subdelegado Regional.


Capítulo IX
Do «Talha-Mar», Jornal do C.N.G.

Jornal de e para graduados, «Talha-Mar» será o elo de ligação entre todos os graduados do Mundo Português.

Artigo 16.º – A designação do graduado para exercer as funções de Director do «Talha-Mar» será feita pelo Comando do C.N.G..

Artigo 17.º – O cargo de Director do «Talha-Mar deverá recair num graduado, de preferência Comandante de Falange, que, de méritos reconhecidos, desempenhe ou tenha desempenhado qualquer função activa no jornal.


Ver também: Mocidade Portuguesa. Corpo Nacional de Graduados. Conselho de Comandantes-de-Falande. (a publicar oportunamente)

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Mocidade Portuguesa. Tutela Ministerial – Metrópole. Ministros, Secretários e Subsecretários de Estado.

Versão: 1.0 – Data: 29-04-2011


18-01-1936 – 09-03-1939:
António Faria Carneiro Pacheco, ministro da Educação Nacional

09-03-1939 – 23-03-1939:
Manuel Rodrigues Júnior, ministro interino

23-03-1939 – 28-08-1940:
António Faria Carneiro Pacheco, ministro da Educação Nacional

28-08-1940 – 06-09-1944:
Mário de Figueiredo, ministro da Educação Nacional
Manuel Lopes de Almeida, subsecretário de Estado

06-09-1944 – 04-02-1947:
José Caeiro da Mata, ministro da Educação Nacional
Rui de Sá Carneiro, subsecretário de Estado

04-02-1947 – 07-07-1955:
Fernando Andrade Pires de Lima, ministro da Educação Nacional
Henrique Veiga de Macedo, subsecretário de Estado

07-07-1955 – 04-05-1961:
Francisco de Paula Leite Pinto, ministro da Educação Nacional
Baltazar Leite Rebelo de Sousa, subsecretário de Estado

04-05-1961 – 04-12-1962:
Manuel Lopes de Almeida, ministro da Educação Nacional
Carlos Eduardo Bastos Soveral, subsecretário de Estado

04-12-1962 – 19-08-1968:
Inocêncio Galvão Teles, ministro da Educação Nacional
Alberto Carlos de Brito, subsecretário de estado da Administração Escolar
09-11-64 – 19-08-1968:
Fernando Octávio dos Santos Pinto Serrão, subsecretário de estado da Juventude e Desportos

19-08-1968 – 15-01-1970:
José Hermano Saraiva, ministro da Educação Nacional
Justino Mendes de Almeida, subsecretário de estado da Administração Escolar
27-09-1968 – 15-01-1970:
Francisco Elmano Martinez da Cruz Alves, subsecretário de estado da Juventude e Desportos

15-01-1970 – 25-04-1974:
José Veiga Simão, ministro da Educação Nacional
15-01-1970 - 00-00-0000:
Justino Mendes de Almeida, subsecretário de estado da Administração Escolar
00-00-0000 - 05-04-1973:
Manuel Abreu Faro, subsecretário de estado da Administração Escolar
15-01-1970 – 11-08-1972:
Augusto Athaíde Soares de Albergaria, subsecretário de estado da Juventude e Desportos
11-08-1972 – 05-04-1973:
Augusto Athaíde Soares de Albergaria, secretário de estado da Juventude e Desportos
05-04-1973 - 25-04-1974:
Augusto Athaíde Soares de Albergaria, secretário de estado da Instrução e Cultura
05-04-1973 – 25-04-1974:
Orlando Valadão Chagas, secretário de estado da Juventude e Desportos


sábado, 26 de fevereiro de 2011

Mocidade Portuguesa. Comissariado Nacional. Comissários Nacionais.

Versão: 1.2 - Data: 21-4-2011


I Comissário Nacional:

Eng.º Francisco José Nobre Guedes
De 4-12-1936 a 14-8-1940


II Comissário Nacional:

Prof. Doutor Marcelo José das Neves Alves Caetano
De 14-8-1940 a 6-9-1944


III Comissário Nacional: (a)

Dr. José Augusto Porto Soares Franco
De 9-10-1944 a 15-2-1946


IV Comissário Nacional:

Prof. Doutor Luís da Câmara Pinto Coelho
De 15-2-1946 a 9-10-1951


V Comissário Nacional:

Prof. Doutor António Augusto Gonçalves Rodrigues
De 9-10-1951 a 10.12-1956


VI Comissário Nacional:

Dr. Baltazar Rebelo de Sousa (b)
De 12-12-1956 a 2-4-1960


VII Comissário Nacional:

Brigadeiro Raul Cordeiro Pereira de Castro
De 2-4-1960 a 23-12-1961


VIII Comissário Nacional:

Dr. Leopoldino Augusto de Almeida (c)
De 23-12-1961 a 16-11-1966


IX Comissário Nacional:

Coronel do C.E.M. Carlos da Costa Gomes Bessa
De 16-11-1966 a 15-1-1970

Outros cargos:
Comandante da Escola Regional de Graduados do Porto: 2-8-1948 a ...
Director dos Serviços de Formação de Instrutores e Graduados e Comandante da Escola Central de Graduados: 15-5-1954 a ...
Comandante Provincial da Milícia da Divisão da Guiné: 1-2-1957 a ...
Comissário Nacional-Adjunto para o Ultramar: 7-9-1961 a 16-11-1966

X Comissário Nacional:

Arq.º José Francisco de Melo Raposo (c)
De 15-1-1970 a 31-1-1972

Outros cargos:
Delegado Distrital de Lisboa: ... a 7-3-1968
Comissário Nacional-Adjunto: 7-3-1968 a 31-1-1972


XI Comissário Nacional:

Eng.º Manuel da Silva Lourenço Antunes
De 31-1-1972 a 25-4-1974


(a) Interino
(b) Subsecretário de estado da Educação
(c) Comissário Nacional-Adjunto, em exercício


(Continua)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Mocidade Portuguesa. Boletim do Comissariado Nacional (1940-1947). Sumários dos números publicados.

Versão: 1.2 - Data: 21-4-2011


VOLUME I (1940-1941):

Número 1 - Novembro de 1940

Sumário:
(não disponível de momento)


Número 2 - Dezembro de 1941

Sumário:
Pág. 41 - As lições do 1.º de Dezembro - Marcelo Caetano, comissário nacional
Pág. 46 - Pequenas grandes coisas (II) - Alberto da Silveira Ramos
Pág. 52 - D. S. S. H. - Fausto Landeiro
Pág. 55 - Problemas da adolescência - José de Paiva Boléo
Pág. 60 - Aviominiatura - Ricardo de Sousa Lima
Pág. 63 - Crónica
Pág. 65 - O Palácio da Independência
Pág. 70 - Vida da M.P.


Número 3 - Janeiro de 1941

Sumário:
Pág. 89 - O Chefe do Estado disse...
Pág. 90 - Agir! - Marcelo Caetano, comissário nacional
Pág. 93 - Campismo - Rui Santos
Pág. 97 - A campanha educativa da M.P.
Pág. 101 - A educação física e pré-militar da juventude em Espanha - Celestino Marques Pereira
Pág. 113 - Pequenas grandes coisas (III) - Alberto da Silveira Ramos
Pág. 123 - Crónica
Pág. 125 - Vida da M.P.


Número 4 - Fevereiro de 1941

Sumário:
Pág. 137 - Formação integral da juventude - Marcelo Caetano, comissário nacional
Pág. 142 - Pequenas grandes coisas (III) - Alberto da Silveira Ramos
Pág. 152 - Antologia da Mocidade Portuguesa - Carlos Malheiro Dias
Pág. 153 - Aviominiatura - Ricardo de Sousa Lima
Pág. 156 - Baden Powell e o Escotismo
Pág. 162 - Campismo - Rui Santos
Pág. 166 - Mousinho
Pág. 170 - Notas do mês
Pág. 173 - Crónica
Pág. 175 - Vida da M.P.


Número 5 - Março de 1941

Sumário:

Pág. 185 - O Bom Dirigente - Marcelo Caetano, comissário nacional
Pág. 191 - Consciência Imperial - Joaquim Paço d'Arcos
Pág, 194 - Antologia da Mocidade Portuguesa - Carlos Malheiro Dias
Pág. 195 - Campismo - Rui Santos
Pág. 199 - Pequenas grandes coisas (III) - Alberto da Silveira Ramos
Pág. 210 - Notas do mês
Pág. 213 - Vida da M.P.


Número 6 - Abril de 1941

Sumário:
(não disponível de momento)


Número 7 - Maio de 1941

Sumário:
Pág. 281 - Novos Graduados - Marcelo Caetano, comissário nacional
Pág. 286 - O XV Aniversário da Revolução Nacional
Pág 289 - A Mocidade Portuguesa é a voz de Portugal em louvor de Salazar! - Luís Leite Martins do Rio
Pág. 291 - Camaradagem nos centros extra-escolares
Pág. 297 - Os Jogos na Mocidade Portuguesa - Celestino Marques Pereira
Pág. 306 - Problemas da adolescência - José de Paiva Boléo
Pág. 311 - Campismo - Luís Grau Tovar de Lemos
Pág. 318 - Notas do mês
Pág. 321 - Vida da M.P.


Número 8 - Junho de 1941

Sumário:
(Não disponível de momento)


Número 9 - Julho de 1941

Sumário:
(Não disponível de momento)


Número 10 - Agosto de 1941

Sumário:
(Não disponível de momento)


Número 11 - Setembro de 1941

Sumário:
(Não disponível de momento)


Número 12 - Outubro de 1941

Sumário:
(Não disponível de momento)


VOLUME II (1941-1942)

Número 1 - Novembro de 1941

Número 2 - Dezembro de 1941

Número 3 - Janeiro de 1942

Número 4 - Fevereiro de 1942

Número 5 - Março de 1942

Número 6 - Abril de 1942

Número 7 - Maio de 1942

Número 8 - Junho de 1942

Número 9 - Julho de 1942

Número 10 - Agosto de 1942

Número 11 - Setembro de 1942

Número 12 - Outubro de 1942


VOLUME III (1942-1943)

Número 1 - Novembro de 1942

Número 2 - Dezembro de 1942

Número 3 - Janeiro de 1943

Número 4 - Fevereiro de 1943

Número 5 - Março de 1943

Número 6 - Abril de 1943

Número 7 - Maio de 1943

Número 8 - Junho de 1943

Número 9 - Julho de 1943

Número 10 - Agosto de 1943

Número 11 - Setembro de 1943

Número 12 - Outubro de 1943


VOLUME IV (1943-1944)

Número 1 - Outubro-Dezembro de 1943

Número 2 - Janeiro-Março de 1944

Número 3 - Abril-Junho de 1944

Número 4 - Julho-Setembro de 1944


VOLUME V (1944-1945)

Número 1 - Outubro-Dezembro de 1944

Número 2 - Janeiro-Março de 1945

Número 3 - Abril-Junho de 1945

Número 4 - Julho-Setembro de 1945


VOLUME VI (1945-1946)

Número 1 - Outubro-Dezembro de 1945

Número 2 - Janeiro-Março de 1946

Número 3 - Abril-Junho de 1946

Número 4 - Julho-Setembro de 1946


VOLUME VII (1946-1947)

Número 1 - Outubro-Dezembro de 1946

Número 2 - Janeiro-Março de 1947

Número 3 - Abril-Junho de 1947

Número 4 - Julho-Setembro de 1947