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MARCOS DA HISTÓRIA DE PORTUGAL
DESTAQUE


Mosteiro de Santa Maria da Vitória. Batalha. Leiria.



Painéis de São Vicente de Fora.



Torre de Belém. Lisboa.



Estátua equestre de El-Rei D. João IV. Em frente ao Paço Ducal. Vila Viçosa



A Organização DOS rapazes, PARA os rapazes e PELOS rapazes foi extinta em 1966, quando a reforma do ministro Galvão Telles lhe retirou os rapazes (filiados), entregou os «centros» às escolas, e a transformou, assim, numa espécie de direcção-geral de actividades circum-escolares.

Voltou às origens com a reforma Veiga Simão, pelo Decreto-Lei n.º 486/71 de 8 de Novembro.

Mas os novos "associados" estavam tão preocupados com a sua modernização, que acabaram por a descaracterizar completamente.

Foi definitivamente extinta a 25 de Abril de 1974.


sábado, 5 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Mocidade Portuguesa. ’GUIÃO’, Jornal da M.P.. Números Publicados.

Versão: 1.0 - Data: 03-02-2011

Primeiro Ano de Publicação:

Número 1, Nova Série, Maio de 1953, 1.ª Quinzena, 8 páginas.
Título do Cabeçalho: 'GUIÃO'
Sub-título do Cabeçalho: JORNAL PARA RAPAZES
Director: F. Elmano Alves.
Director Gráfico: Marcelo de Morais.
Redacção e Administração: Palácio da Independência, Largo de S. Domingos, Lisboa.
Preço Avulso: 1$50.

Número 2, Nova Série, Maio de 1953, 2.ª Quinzena, 8 páginas.
Número 3, Nova Série, Junho de 1953, 12 páginas.
Número 4, Nova Série, Julho de 1953, 12 páginas.

Número 5, Nova Série, Agosto de 1953, 12 páginas.
Destaque: III Marcha de Camaradagem. Patrono: Viriato.

Número 6, Nova Série, Setembro de 1953, 12 páginas.
Número 7, Nova Série, Outubro de 1953, 1.ª Quinzena, 8 páginas.

Número 8, Nova Série, Outubro de 1953, 2.ª Quinzena, 12 páginas.
Director: F. Elmano Alves.
Director Gráfico: Marcelo de Morais.
Redactor Principal: Vasco Hogan Teves, inicia funções.

Número 9, Nova Série, Novembro de 1953, 1.ª Quinzena, 8 páginas.
Número 10, Nova Série, Novembro de 1953, 2.ª Quinzena, 8 páginas.
Número 11, Nova Série, Dezembro de 1953, 1.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 12, Número Especial, Natal de 1953, 12 páginas.
Número 13, Janeiro de 1954, 1.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 14, Janeiro de 1954, 2.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 15, Fevereiro de 1954, 1.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 16, Fevereiro de 1954, 2.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 17, Março de 1954, 1.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 18, Março de 1954, 2.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 19, Abril de 1954, 1.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 20, Abril de 1954, 2.ª Quinzena, 8 páginas.

Segundo Ano de Publicação:

Número 21, Maio de 1954, 1.ª Quinzena, 16 páginas.
Número 22, Maio de 1954, 2.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 23, Junho de 1954, 12 páginas.
Número 24, Julho de 1954, 12 páginas.
Número 25, 15 de Agosto de 1954, 12 páginas.
Número 26, Setembro de 1954, 1.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 27, Setembro de 1954, 2.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 28, Outubro de 1954, 12 páginas.
Número 29, Novembro de 1954, 12 páginas.
Número 30, Dezembro de 1954, 12 páginas.
Número 31, Janeiro de 1955, 1.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 32, Janeiro de 1955, 2.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 33, Fevereiro de 1955, 1.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 34, Fevereiro de 1955, 2.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 35, Março de 1955, 1.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 36, Março de 1955, 2.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 37, Abril de 1955, 1.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 38, Abril de 1955, 2.ª Quinzena, 12 páginas.

Terceiro Ano de Publicação:

Número 39, Maio de 1955, 1.ª Quinzena, 16 páginas.
Número 40, Maio de 1955, 2.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 41, Junho de 1955, 12 páginas. 12 páginas.
Número 42, Julho de 1955, 12 páginas. 12 páginas.
Número 43, Agosto de 1955, 12 páginas. 12 páginas.
Número 44, Setembro de 1955, 12 páginas. 12 páginas.
Número 45, Outubro de 1955, 1.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 46, Outubro de 1955, 2.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 47, Novembro de 1955, 1.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 48, Novembro de 1955, 2.ª Quinzena, 12 páginas.

Número 49, Número Especial, Dezembro de 1955, 18 páginas.
Título do Cabeçalho: 'GUIÃO'
Sub-título do Cabeçalho: 'JORNAL PARA RAPAZES', vai deixar de aparecer

Número 50, Janeiro de 1956, 1.ª Quinzena, 16 páginas.
Título do Cabeçalho: 'GUIÃO'
Sub-Título do Cabeçalho: 'CRISTANDADE - LUSITANIDADE - ORDEM SOCIAL'
Nota: A alteração coincide com o início dos trabalhos do 2.º Congresso da M.P.

Número 51, Janeiro de 1956, 2.ª Quinzena + Fevereiro de 1956, 1.ª Quinzena, 16 páginas.
Número 52, Março de 1956, 16 páginas.

Quarto Ano de Publicação:

Número 53, Nova Série, Maio de 1956, 36 páginas.
Número 54, Nova Série, Junho de 1956, 12 páginas.
Número 55, Nova Série, Julho de 1956, 12 páginas.
Número 56, Nova Série, Agosto de 1956, 12 páginas.
Número 57, Nova Série, Setembro de 1956, 12 páginas.
Número 58, Nova Série, Outubro de 1956, 8 páginas.
Número 59, Nova Série, Novembro de 1956, 12 páginas.
Número 60, Nova Série, Dezembro de 1956, 12 páginas.
Número 61, Nova Série, Janeiro de 1957, 1.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 62, Nova Série, Janeiro – Fevereiro de 1957, 12 páginas.

Número 63, Nova Série, Março de 1957, 12 páginas.
Director: F. Elmano Alves
Director Gráfico: Marcelo de Morais.
Chefe de Redacção: Vasco Hogan Teves, termina funções.

Número 64, Nova Série, Abril de 1957, 1.ª Quinzena, 8 páginas.
Número 65, Nova Série, Abril de 1957, 2.ª Quinzena, 8 páginas.

Quinto Ano de Publicação:

Número 66, Maio de 1957, 1.ª Quinzena, 16 páginas.
Número 67, Maio de 1957, 2.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 68, Junho de 1957, 1.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 69, Junho de 1957, 2.ª Quinzena, 8 páginas.
Número 70, Julho de 1957, (?) páginas.

Número 71, Agosto de 1957, 12 páginas.
NOVO Sub-título do Cabeçalho: 'JORNAL DE JUVENTUDE PARA A JUVENTUDE'

Número 72, Setembro de 1957, 12 páginas.

Número 73, Outubro de 1957, 1.ª Quinzena, 8 páginas.
Director Gráfico: Marcelo de Morais, termina funções

Número 74, Outubro de 1957, 2.ª Quinzena, 12 páginas.
Director: F. Elmano Alves, termina funções
Director Gráfico: João Carlos Moreira Rijo, inicia funções

Número 75
Director: Pedro de Morais Barbosa, inicia funções
Chefe de Redacção: Carlos Manuel de Melo, inicia funções

Número 76, Dezembro de 1957, 1.ª Quinzena, 8 páginas.
Número 77, Dezembro de 1957, 2.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 78, Janeiro de 1958, 1.ª Quinzena, 8 páginas.
Número 79, Janeiro de 1958, 2.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 80, Fevereiro de 1958, 12 páginas.
Número 81, Março de 1958, 12 páginas.
Número 82, Abril de 1958, 1.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 83, Abril de 1958, 2.ª Quinzena, (4 páginas (?), são as que aparecem no exemplar da colecção).

Sexto Ano de Publicação:

Número 84, Maio de 1958, 1.ª Quinzena, 12 páginas.
Número 85, (falta na colecção).

Número 86, Julho de 1958, 12 páginas.
1.º Sub-título do Cabeçalho: CRISTANDADE - LUSITANIDADE - ORDEM SOCIAL
2.º Sub-título do Cabeçalho: JORNAL DE JUVENTUDE E PARA A JUVENTUDE

Número 87, Junho de 1958, 2.ª Quinzena + Julho de 1958, 12 páginas.
Destaque: II Encontro Nacional de Graduados. 1 a 3 de Agosto. Viseu.

Número 88, Agosto e Setembro de 1958, 12 páginas.
Anúncio em destaque: «FICA ATENTO!!! dentro em BREVE um novo e diferente GUIÃO»

Nota: Na realidade o GUIÃO não voltou a ser publicado. O que veio a aparecer, eventualmente em sua substituição, foi o TALHA-MAR, o jornal dos graduados.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Mocidade Portuguesa. 1.º de Dezembro. Programa das cerimónias. 1940.

Versão: 1.0 - Data: 9-1-2011




A propósito das celebrações do 1.º de Dezembro, Dia da Mocidade, o comissário nacional, Marcello Caetano, estabeleceu, por intermédio do seu secretário-inspector, José Soares Franco, a 15 de Novembro de 1940, em ordem de serviço da Organização Nacional, o programa-tipo para as cerimónias a decorrer nas principais cidades e vilas sede de concelho, do continente e ilhas adjacentes.

Embora deixando os detalhes para cada delegado provincial (Divisão) ou subdelegado regional (Ala), a directiva mencionava que “em virtude de ser domingo (naquele ano, itálico meu), deverá facilitar-se o cumprimento dos deveres religiosos”, o que desde logo sugeria que as cerimónias teriam lugar a partir do meio da manhã ou durante a tarde.

Depois, que “não haverá mais do que um discurso aos filiados, e esse muito breve (15 minutos, o máximo 20)”, o que sempre foi respeitado. A seguir, que “os filiados cantarão o Hino da Restauração, o Hino da M.P. e o Hino Nacional”. Esta sequência foi alterada com o rodar dos anos, passando as cerimónias a começar com a Marcha da Mocidade – tal como passou a ser conhecida mais tarde –, e a terminar com o Hino Nacional, sendo o Hino da Restauração cantado a meio, durante a homenagem aos heróis da Restauração.

A directiva mencionava ainda que “haverá a cerimónia de passagem de escalão”, ou seja, os Lusitos passavam a Infantes, no ano em que completavam 10 anos, os Infantes a Vanguardistas, aos 14 anos, e os Vanguardistas a Cadetes, aos 17 anos, mais tarde 18 anos.

E, finalmente, que “O compromisso solene é o da formula seguinte:

COMPROMISSO

Filiados da M.P.! Ides afirmar pública e solenemente o vosso propósito de servir os altos ideais que vos guiam.
Dizei:
- Jurais consagrar a vossa vida à consolidação e ao engrandecimento do Império Português. Aquém e além-mar?
Resp.: Sim!
- Jurais empenhar todos os esforços para cumprir devotadamente os vossos deveres de cristãos e portugueses?
Resp.: Sim!
- Jurais fidelidade aos vossos chefes enquanto vos conduzirem no caminho do trabalho, do dever e da honra?
Resp.: Sim!
Estais dispostos a lutar sempre para obter Mais e Melhor Por Portugal?
Resp.: Sim! Mais e Melhor Por Portugal!”

Esta fórmula de juramento, duas décadas depois, já só era utilizada (e com a alteração da frase ‘Império Português’ para 'território português') nas cerimónias de encerramento dos cursos de graduados, isto é, quando os novos graduados comandante-de-bandeira e comandante-de-castelo recebiam as suas insígnias (divisas) e, estes últimos, os seus cordões.

E, tanto nas cerimónias públicas principais do 1.º de Dezembro, como em outras, nos Centros, a ‘passagem de escalão’ já havia perdido a sua força e significado.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Mocidade Portuguesa. Compromisso de Honra. Fórmula.

Versão 1.0   Data: 3-1-2011


A propósito das celebrações do 1.º de Dezembro, Dia da Mocidade, o comissário nacional, Marcello Caetano, estabeleceu, por intermédio do seu secretário-inspector, José Soares Franco, a 15 de Novembro de 1940, em ordem de serviço da Organização Nacional, o programa-tipo para as cerimónias a decorrer nas principais cidades e vilas sede de concelho, do continente e ilhas adjacentes.

Embora deixando os detalhes para cada delegado provincial (Divisão) ou subdelegado regional (Ala), a directiva mencionava que “em virtude de ser domingo (naquele ano, itálico meu), deverá facilitar-se o cumprimento dos deveres religiosos”, o que desde logo sugeria que as cerimónias teriam lugar a partir do meio da manhã ou durante a tarde.

Depois, que “não haverá mais do que um discurso aos filiados, e esse muito breve (15 minutos, o máximo 20)”, o que sempre foi respeitado. A seguir, que “os filiados cantarão o Hino da Restauração, o Hino da M.P. e o Hino Nacional”. Esta sequência foi alterada com o rodar dos anos, passando as cerimónias a começar com a Marcha da Mocidade – tal como passou a ser conhecida mais tarde –, e a terminar com o Hino Nacional, sendo o Hino da Restauração cantado a meio, durante a homenagem aos heróis da Restauração.

A directiva mencionava ainda que “haverá a cerimónia de passagem de escalão”, ou seja, os Lusitos passavam a Infantes, no ano em que completavam 10 anos, os Infantes a Vanguardistas, aos 14 anos, e os Vanguardistas a Cadetes, aos 17 anos, mais tarde 18 anos.

E, finalmente, que “O compromisso solene é o da formula seguinte:

COMPROMISSO

Filiados da M.P.! Ides afirmar pública e solenemente o vosso propósito de servir os altos ideais que vos guiam.
Dizei:
- Jurais consagrar a vossa vida à consolidação e ao engrandecimento do Império Português. Aquém e além-mar?
Resp.: Sim!
- Jurais empenhar todos os esforços para cumprir devotadamente os vossos deveres de cristãos e portugueses?
Resp.: Sim!
- Jurais fidelidade aos vossos chefes enquanto vos conduzirem no caminho do trabalho, do dever e da honra?
Resp.: Sim!
Estais dispostos a lutar sempre para obter Mais e Melhor Por Portugal?
Resp.: Sim! Mais e Melhor Por Portugal!”

Esta fórmula de juramento, duas décadas depois, já só era utilizada (e com a alteração da frase ‘Império Português’ para 'território português') nas cerimónias de encerramento dos cursos de graduados, isto é, quando os novos graduados comandante-de-bandeira e comandante-de-castelo recebiam as suas insígnias (divisas) e, estes últimos, os seus cordões.

E, tanto nas cerimónias públicas principais do 1.º de Dezembro, como em outras, nos Centros, a ‘passagem de escalão’ já havia perdido a sua força e significado.